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Atividades de Enriquecimento Curricular
 
 

As Atividades de Enriquecimento Curricular (AEC) são atividades gratuitas e facultativas, e todos os alunos matriculados no 1º ciclo ficam automaticamente inscritos nas mesmas.

De acordo com o DL 91/2013, artº 14º e os despachos normativos da organização do ano letivo n.s 7 e 7-A/2013 e o recente despacho de organização das AEC, nº 9265-B/2013 de 15 de julho, no desenvolvimento do seu projeto educativo e no âmbito do 1.º ciclo, as escolas devem proporcionar aos alunos atividades de enriquecimento do currículo, de caráter facultativo.

O agrupamento de escolas Eça de Queirós, em cada uma das escolas com 1º ciclo, pretende garantir a oferta de uma diversidade de atividades que considera relevantes para a formação integral dos seus alunos, em articulação com as famílias, numa ocupação útil e consequente dos tempos não letivos, tal como refere o Desp. n.º 9265-B/2013 de 15 de julho.

As AEC têm uma duração semanal de sete horas e meia, como foi aprovado no Conselho Pedagógico de 16 de julho de 2013.

Para os alunos, cujos encarregados de educação optem pela frequência da disciplina de Educação Moral e Religiosa (EMR), a frequência desta disciplina pode ser deduzida numa hora semanal das AEC.

A oferta das AEC deve ser adaptada ao contexto da escola (desp 9265-B/2013, artº 9º) com o objetivo de atingir o equilíbrio entre os interesses dos alunos e a formação e perfil dos profissionais que as asseguram. (DL 91/2013)

 

DESENVOLVIMENTO

No 1º ciclo, a aprendizagem deve ser ativa, significativa, diversificada, integradora e socializadora de forma a garantir o direito ao sucesso escolar de cada aluno.

Tal aprendizagem pressupõe que os alunos tenham a oportunidade de viver situações estimulantes que vão da atividade física e da manipulação dos objetos, à descoberta permanente de outros saberes que mobilizem a sua inteligência para conceções alternativas e atividades exploratórias dos saberes, mas que correspondam a interesses das próprias crianças.

Para que a aprendizagem seja diversificada serão utilizados recursos variados e modalidades do trabalho que promovam várias formas de comunicação e de troca dos conhecimentos, decorrentes das realidades vivenciadas ou imaginadas que possam ter sentido na cultura de cada aluno, que recriam e integram no conhecimento as novas descobertas e garantam a formação moral, social e crítica, na apropriação dos saberes e no desenvolvimento das conceções científicas.

Preside ao desenvolvimento das AEC, neste agrupamento, o princípio de que estas atividades devem ser de “natureza eminentemente lúdica, formativa e cultural, incidindo nomeadamente, nos domínios desportivo, artístico, científico e técnico e das tecnologias da informação e comunicação, de ligação da escola com o meio e de educação para a cidadania, que complementem as atividades da componente curricular, desenvolvidas em sala de aula” (desp 9265-B/2013, artº 7º, n.1).

Nesta perspetiva, tornam-se basilares a prática da educação física e o desenvolvimento, adequado ao nível etário e de escolaridade, das TIC, área transversal, que alia o desenvolvimento do raciocínio com a coordenação motora e promove a criatividade; são utilizados “computadores Magalhães” nos níveis 1 e 2.

A “música” é uma forma de arte extremamente ligada à vida e à cultura, manifestação estética, meio de comunicação, forma de linguagem, mensagem entre a emoção e os sentidos, que acompanha o desenvolvimento da criança. Não poderia deixar de ser oferta privilegiada aprender a escutar, a cantar e a marcar o ritmo com instrumentos de percussão e/ou com o corpo, bem como serem apresentados alguns elementos de teoria musical com a iniciação de instrumentos, nomeadamente flauta. Propõe-se a constituição de um grupo coral.

Na continuidade do trabalho já realizado, oferece-se “ciência viva”, com o objetivo de promover o ensino das ciências experimentais, Física e Química, no 1º ciclo do ensino básico, e com a finalidade de desenvolver o pensamento lógico e crítico através da observação/ experimentação, estimulando o prazer da exploração e da descoberta e desenvolver capacidades de comunicação e cooperação.

A história é a ciência humana que estuda o desenvolvimento do homem ao longo dos tempos, factos e personagens, para melhor compreender a cultura e a civilização de um povo. Quando se começam a dar os primeiros passos no entendimento de si, como ser social, é importante entender o passado para a compreensão do presente. A proposta é dar a conhecer épocas, factos e personagens de forma singela, através de “estórias da história”

A matemática é uma ferramenta essencial para a compreensão de todas as áreas do conhecimento e a matemática pela matemática é o maior impulso no desenvolvimento do raciocínio e na construção do pensamento, razão pela qual se oferece nos últimos anos do 1º ciclo, mas de uma forma lúdica, uma “matemática divertida”.

Ao fornecer ferramentas para uma cidadania ativa, parece-nos indispensável, no mundo atual introduzir a “educação financeira”, processo pelo qual os futuros consumidores financeiros melhoram a sua compreensão dos produtos e conceitos financeiros e desenvolvem capacidades e confiança para se tornarem mais atentos aos riscos e oportunidades financeiras, tomarem decisões refletidas, saberem onde se dirigir para obter ajuda e adotarem comportamentos que melhorem o seu bem-estar financeiro.

A importância da Educação Financeira advém sobretudo do facto de crianças e jovens, de forma progressiva e cada vez mais prematura, se constituírem como consumidores. Disseminar o conhecimento sobre o meio ambiente, consciencializar para a sua preservação e utilização sustentável pode e deve ser objeto de uma disciplina, com todas as interações com a biologia e a ecologia – “Viva ambiente”

No desenvolvimento da escolaridade parece-nos importante introduzir progressivamente uma área de “aprender a estudar” com introdução de algumas simples técnicas de estudo, que permitam um aproveitamento eficiente do estudo, com métodos para uma aprendizagem satisfatória, em menos tempo e com menor esforço.

Ao mesmo tempo, pretende-se permitir a realização, na escola e acompanhada, de algumas tarefas comumente designadas por “trabalhos para casa”.

Informação da responsabilidade do AEEQ

 
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